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domingo, março 29, 2009

Administrador delegado não executivo


O administrador delegado não executivo é um cargo que proporciona aos partidos ter homens de confiança nas empresas.
Estas por sua vez são beneficiadas a quando de concursos públicos e outras benesses.
Existem várias empresas privadas que pagam ao seu administrador delegado,alem do ordenado,quantias referentes a "consultadoria". Note-se que a consultadoria aqui significa tráfico de influências
Como afirma João Cravinho,a corrupção de Estado só é possível pela conivência de quem tem um alto poder. A maior corrupção é a corrupção de Estado, é a que envolve as maiores valores e implica a submissão dos interesses públicos aos privados, e não estamos a fazer nem de longe o que devíamos para a combater.
Todo o dinheiro pago em luvas e em favorzinhos faz com as empresas sejam prisioneiras de um polvo cada vez maior. Há que denunciar cada vez mais e exigir ao governo que tome medidas
Só não vê quem não quer basta ir ao "google" e pesquisar quem são alguns dos"administradores delegados não executivo".

Publicado no Alternativas e no Libertário

2 comentários:

Emigrante disse...

E seria menos mau se a teia ficasse só pelos administradores não executivos (atenção que estes estão mais salvaguardados em termos de responsabilidade).
As somas são maiores, mas os casos são muitos menores.
Mas a moda pegou. A cadeia aprendeu e até para um simples serviço de manutenção de equipamentos anti-fogo o consultor é necessário, especializado e pago a peso de ouro, petróleo, ou o produto com maior cotação no momento.
Devemos ter os dirigentes da Administração Pública que merecemos…e não confundam com os funcionários públicos que temos. Esses são trabalhadores por conta de outrem, que têm sobretudo o dever de obediência e correm o risco de, com 2 avaliações negativas, irem para o desemprego.

T.A

Mariazinha disse...

Emigrante:
Quando me refiro a alguns destes cavalheiros é mesmo por isso só que infelizmente não devo alongar-me em demasia.
É tudo feito legalmente,mas à luz de uma lei podre.

Beijokas