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O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
( Luiz Vaz de Camões )
Óswiecim, Dezembro 2005
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
( Luiz Vaz de Camões )
Óswiecim, Dezembro 2005
Não devemos perder a memoria para que a História não se repita.
O Blitzkrieg (termo alemão para guerra-relâmpago) foi uma doutrina militar a nível operacional que consistia em utilizar forças móveis em ataques rápidos e de surpresa, com o intuito de evitar que as forças inimigas tivessem tempo de organizar a defesa. Seus três elementos essenciais eram a o efeito surpresa, a rapidez da manobra e a brutalidade do ataque, e seus objetivos principais a desmoralização do inimigo e a desorganização de suas forças (paralisando seus centros de controle). O arquitecto desta estratégia militar foi o general Erich von Manstein.
Com o círculo de violência no Médio Oriente a expandir-se de forma alarmante, é importante que fique claro não só quem são os responsáveis pela recente erupção, mas quem também tem mais a ganhar com a sua escalada continuada.Ambas as questões têm a mesma resposta: o Hamas e o Hezbollah. E Israel precisa de ter cuidado para que as suas respostas militares, moral e legalmente justificadas, não acabem por fazer avançar a agenda política que o Hamas e o Hezbollah tinham em mente quando executaram os raptos dos soldados israelitas que detonaram os combates.
( Nuno Guerreiro, New York Times )
Israel iniciou a ofensiva ao Líbano no último dia 12, quando oito soldados morreram e dois foram capturados pelos guerrilheiros do Hezbollah. Desde então, mais de 300 libaneses, a maioria civis, morreram na ofensiva israelita. Segundo a Unicef, os ataques fizeram com que mais de 500 mil libaneses abandonassem suas casas.
Já em Israel, 30 pessoas morreram entre civis e soldados, muitos vítimas de foguetes e mísseis lançados por guerrilheiros do Hezbollah, que atuam na fronteira sul do país.
( Portugal Diário )
I can't believe the news today
can't close my eyes and make it go away
how long how long must we sing this song
Mais de 36 milhões de pessoas vivem na pobreza nos Estados Unidos
DESIGUALDADES
De acordo com um estudo realizado pela Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, mais de 36 milhões de americanos vivem na pobreza e, destes, 4,3 milhões tornaram-se pobres depois do ano 2000. As conclusões do estudo referem ainda uma forte queda da qualidade de vida nos Estados Unidos durante este período."A pobreza crónica é a maior ameaça para o progresso social nos Estados Unidos", diz o professor Richard Estes, autor do relatório e presidente da Sociedade Internacional de Estudos sobre qualidade de vida, que refere a existência de 13 milhões de crianças neste grupo. O número total de pobres no país aumentou 4,3 milhões desde 2000 e 1,3 milhões desde 2002.O corte no orçamento destinado ao apoio social e a pobreza crónica levaram os Estados Unidos a descer para a 27ª posição entre 160 países num índice que analisa a qualidade de vida dos seus cidadãos. "Actualmente estamos ao mesmo nível de países como a Polónia ou a Eslovénia", diz Estes. De acordo com a lista elaborada por este organismo, os dez países com maior índice de qualidade de vida situam-se na Europa: Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia, Luxemburgo, Alemanha, Áustria, Islândia, Itália e Bélgica. Os últimos lugares são ocupados pelo Afeganistão, Eritreia, Etiópia, Serra Leoa, Angola, Libéria, Guiné, Chade e República Democrática do Congo.A classificação, elaborada a partir de dados fornecidos por organismos ligadas às Nações Unidas e ao Banco Mundial, mede a capacidade dos países de responder às necessidades dos cidadãos em termos de saúde, educação, direitos humanos e diversidade cultural, entre outros temas. Ao avaliar a situação no resto do mundo, o investigador considerou que na década passada se assistiu a uma “deterioração da qualidade de vida em amplos sectores da população mundial”, sobretudo no que se refere às populações dos países mais pobres do continente africano e asiático.
( A pagina.pt )
The land of opportunities !
This is not America?
As armas e os Barões assinalados
Que da Ocidental praia Lusitana
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram Novo Reino, que tanto sublimaram;
E também as memórias gloriosas
Daqueles Reis que foram dilatando
A Fé, o Império, e as terras viciosas
De África e de Ásia andaram devastando,
E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da Morte libertando,
Cantando espalharei por toda parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte....
(Luiz Vaz de Camões)