
"Não me importo nada de reduzir o meu salário. Não contará com a minha oposição. Tenho o maior gosto de contribuir com o meu 13º mês", afirmou José Sócrates no Parlamento, notando, contudo, que "isso não resolve o problema".
O primeiro-ministro respondia ao repto deixado por Paulo Portas, que perguntou ao Governo se estaria disponível para mexer nos salários dos deputados, do próprio Executivo e também do Presidente da República para dar um sinal de contenção ao país, medida já admitida por Teixeira dos Santos e que, segundo o líder do CDS, implica uma poupança de "5 a 6 milhões de euros".
Sublinhando que se o CDS avançar com essa proposta, ela "não contará com a minha oposição", Sócrates não deixou de criticar a iniciativa de Paulo Portas, que classificou de "excessiva, demagógica e completamente populista".
"Não estou de acordo com medidas que apenas têm efeitos morais", acrescentou o primeiro-ministro, hoje na Assembleia da República."
Ah ele então é isso!!!
Congelar salários, retirar regalias aos trabalhadores é que dá resultado.
Então e os carrinhos topo de gama? Os assessores dos assessores, as secretárias,as empresas de consultadoria,as viagens, as refeições só tomadas em restaurantes de luxo. O combustível à conta do erario, os cartões de crédito, os motoristas e um rol infindável de mordomias. Será que o corte na maioria destas despesas não ajudará a diminuir a despesa publica?
Serão estas medidas morais?
Este cavalheiro devia dedicar-se a uma carreira artistica no teatro de revista...